sábado, julho 09, 2011

Caio Fernando Abreu


Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado. Seja feliz

quinta-feira, julho 07, 2011

Então deixa ser leve, pra variar


É verdade que eu já terminei relacionamentos por achar que merecia mais, e de fato merecia. Não é prepotência, longe de mim. Só que quando você sabe que vale muito, você passa a não se contentar com pouco entende ? A menos, claro, quando você tá burra, idiota e cega de amor, o que é um caso à parte. Ás vezes tenho curiosidade de saber como as coisas teriam sido, mas acho que relacionamento antigo é uma coisa que não se revive sabe ? Dificilmente dá certo! É muito bonito em novela, mas quando você volta com um ex você se lembra claramente e a todo segundo  o porquê de vocês terem terminado. Obviamente eu não quero alguém perfeito, me dá tédio só de pensar em alguém fazendo tudo certo sempre. Aprendi a conviver com as diferenças e até admirá-las. Mas, definitivamente, não aceito ter metade de alguém, ser meio amada, sobreviver de migalhas num relacionamento falido ou fadado a falência. Aliás, não quero ter nem ser de ninguém. Quero algo além desse sentimento de posse, quero a entrega todo dia, por vontade própria. Sem contratos de amor eterno. Que o meu alguém tenha mil defeitos, seja o oposto de todas as minhas idealizações, mas que me ame com o coração e a alma, me respeite, cuide de mim, me proteja. Sem sufocações, sem pressões, um amor leve e sem cobranças. Que a gente não criasse vínculos de dependência, mas que o nosso vício fosse nós. E que seja eterno leve enquanto dure.

quarta-feira, julho 06, 2011

Tati Bernardi


Para não sofrer eu vou me drogar de outros, eu vou me entupir de elogios, eu vou cheirar outras intenções.

terça-feira, julho 05, 2011

Coragem, substantivo nem tão simples assim


Eu já vi tantas vezes pessoas batendo no peito pra dizer o quanto são corajosas, porque se mostram, fazem o que der vontade e “não ligam” pra opinião de ninguém. Que coragem mesmo é isso ! Viver nessa loucura, sem rotina, sem medo, se jogando. E viver á beira da loucura, seria o que ? Por acaso é fácil viver se controlando, tentando ser mais forte que você mesmo a cada segundo ? É covardia desistir de um amor, porque não aguenta mais sangrar por dentro ? É qualquer um que consegue sentir o coração esmagado em silêncio, sem fazer alarde ? E quando bate aquela vontade imensa de jogar tudo pro alto, você acha que é simples continuar na linha ? Eu tenho sim minhas listas de certo e errado, meus conceitos e preconceitos, minhas regras, mas quem não tem ? Quem vive inconsequentemente, por acaso não julga minha vida controlada ? Só não pense, nem por um segundo, que a minha vida é mais fácil ou banal. Faço tudo que quero, porém com limites e sem arrependimentos. Agora me diz, quem é a corajosa mesmo hein ? Gosto de dormir tranquila á noite, e acordar me reconhecendo. Autocontrole é pra poucos, chame a falta dele como quiser.

domingo, julho 03, 2011

Tati Bernardi

Eu encontrei minha exclusividade por trás da minha falsa aparência e isso me faz lembrar todos os dias que ralar esses dedos até sangrar é muito melhor do que malhar a bunda numa esteira de academia e pertencer à tribo das meninas que nem precisam abrir a boca para chamar a atenção. E aliás, é bem melhor que elas não abram.
Publicidade (juro que eu escolho com carinho):